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Mujeres emprendedoras en Mozambique

MUJERES EMPRENDEDORAS EN MOZAMBIQUE

Ochenta mujeres han sido formadas entre los días 21 y 22 de octubre en técnicas de comercialización y producción ambientalmente sostenibles, así como en agro procesamiento de productos locales como parte del proyecto “Mejora nutricional y empoderamiento económico de las familias de la Unión de Asociaciones Agrícolas de Matutuine (UAAMAT), con especial atención a mujeres vulnerables” financiado por la Agencia Andaluza de Cooperación Internacional para el Desarrollo (AACID).

La formación se llevó a cabo en la Casa Agraria ubicada en la localidad de Salamanga, en el distrito de Matutuine, Provincia de Maputo, que funciona como sede de la UAAMAT. La capacitación tuvo como objetivo fundamental contribuir a la formación de pequeñas empresarias de productos agro procesados ​​a través de la transferencia de conocimientos prácticos sobre el procesamiento de frutas, raíces, tubérculos y cereales, asegurando también el pleno aprovechamiento de los productos agrícolas potencialmente producidos en Matutuine para evitar el desperdicio en tiempos de sobrante de productos.

MUJERES EMPRENDEDORAS EN MOZAMBIQUE

Durante la capacitación se hicieron compotas de plátano, calabaza, papaya, camote y piña; harina y almidón de yuca, batatas y plátanos; tortas y bizcochos de banana chips, camote, mandioca y calabaza.

El proceso de transferencia de tecnología se dividió en tres etapas. La primera fue una formación a un grupo de 20 mujeres emprendedoras. La segunda y tercera fueron réplicas de los conocimientos adquiridos para las 80 mujeres restantes, que fueron realizadas por dos mujeres que participaron en la primera formación.Algunas mujeres beneficiarias de la primera formación ya utilizan los conocimientos adquiridos para generar ingresos y crear pequeños emprendimientos porque los productos de la machamba (huerto o pequeño terreno) son naturales y una fuente de vitaminas para fortalecer el cuerpo humano.

Al finalizar la formación, Carla Mariamo, una de las capacitadoras y emprendedora animó a las alumnas: “No se rindan, continúen aplicando lo aprendido para lograr mejorar su situación y generen ingresos en beneficio de sus familias, como yo he podido hacer”.

MULHERES EMPREENDEDORAS EM MOÇAMBIQUE

No âmbito do projecto "Melhora nutricional e empoderamento económico das famílias da União das Associações Agrárias de Matutuine, Com Especial atenção às mulheres vulneráveis", introduzindo técnicas de comercialização e produção ambientalmente sustentáveis (2018-2020) realizou-se nos dias 21 - 22 de Outubro, a segunda e terceira formação sobre agro-processamento de produtos localmente produzidos à um grupo de 80 mulheres.

MULHERES EMPREENDEDORAS EM MOÇAMBIQUE
MULHERES EMPREENDEDORAS EM MOÇAMBIQUE

A formação decorreu na Casa agrária localizada na localidade de Salamanga, posto administrativo de Belavista, Distrito de Matutuine, província de Maputo que funciona como sede da UAAMAT. No grupo formado algumas participantes pertencem a união das associações agrárias de Matutuíne - UAAMAT e outras não.

A capacitação visava essencialmente contribuir na criação de pequenas empreendedoras de produtos agro-processados através de transferência de conhecimentos práticos de processamento de frutas, raízes, tubérculos e cereais garantindo também o aproveitamento integral dos produtos agrícolas potencialmente produzidos em Matutuine de forma a evitar desperdícios dos mesmos em épocas de excedente.

Durante a capacitação produziu-se compotas de banana, abóbora, papaia, batata-doce e ananás; farinhas e amidos de mandioca, batata-doce e banana; Chips de banana, Bolos e biscoitos de batata-doce, mandioca e abóbora.

MULHERES EMPREENDEDORAS EM MOÇAMBIQUE

O processo de transferência de tecnologia foi dividido em três etapas principais, sendo que na primeira capacitou-se um grupo de 20 mulheres empreendedoras, na segunda e na terceira foram de réplicas dos conhecimentos adquiridos para as restantes 80 mulheres que foram realizadas por duas mulheres que participaram da primeira capacitação.

Algumas beneficiárias da primeira formação já usam do conhecimento adquirido para gerar renda e criar empreendedorismo, pois, os produtos da machamba são puros e fonte de vitaminas responsáveis para o fortalecimento do organismo humano.

No fim da capacitação a Carla Mariamo uma das formadoras e empreendedora na área do agro-processamento apelou “Não desistam, continuem a aplicar o que aprenderam para o vosso auto-sustento e a gerar renda em benefício das vossas famílias, assim como eu faço”.

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